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segunda-feira, 30 de julho de 2012

MATERNAL VAMOS PINTAR

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RO DE 2012

ATIVIDADES PARA BERÇARIO/MATERNAL

























QUERIDAS PROFESSORAS, APROVEITEM ESSA IDÉIA PARA TRABALHAR COM PINTURA COM GIZ DE CERA, LÁPIS DE COR, CANETINHAS, RECORTES, COLAGEM DE PAPEL CREPOM, ALGODÃO, TEXTURAS.. É SÓ UTILIZAR A IMAGINAÇÃO. BOA AULA.

VAMOS COLORIR E COLAR BOLINHAS DE PAPEL

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ATIVIDADE COM MUSICA

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ATIVIDADE COM MÚSICA!

As cantigas fazem parte da nossa infância e é nosso dever como educadores preservá-las, incentivando nossas crianças a cantá-las, brincarem com elas. Elas não devem servir apenas para alfabetizar, as cantigas devem fazer parte do cotidiano da sala de aula. E por isso, por ser um texto memorizado, é que elas podem servir como textos auxiliares para alfabetização.


 









Música: Meu Pintinho Amarelinho


Meu pintinho amarelinho

Cabe aqui na minha mão

Na minha mão.


Quando quer comer bichinho

Com seus pezinho ele cisca o chão.


Ele bate as asas

Ele faz piu, piu

Mas tem muito medo é do gavião. 



 








Música: A Janelinha


A janelinha fecha

Quando está chovendo

A janelinha abre

Se o sol está aparecendo.


Fechou, abriu
Fechou, abriu, fechou


Abriu, fechou
Abriu, fechou, abriu.



 











Música: O Jipe


O jipe do padre
Fez um furo no pneu
O jipe do padre
Fez um furo no pneu
O jipe do padre
Fez um furo no pneu
Consertamos com chiclete.
 













Música: Borboletinha 


Borboletinha
Tá na cozinha
Fazendo chocolate
Para a madrinha
Poti, poti
Perna de pau
Olho de vidro
E nariz de pica-pau
Pau-pau.


 












Música: Cachorrinho está latindo. 


Cachorrinho está latindo
Lá no fundo do quintal
Cala a boca cachorrinho
Deixa o meu benzinho em paz
Crio lê lê
Criô lê lê lá lá
Criô lê lê
Não sou eu quem caio lá.




 Música: Motorista

Motorista, motorista
Olha a pista
Olha a pista
Não é de salsicha
Não é de salsicha
Não é não
Não é não

Motorista, motorista
Olha o poste
Olha o poste
Não é de borracha
Não é de borracha
Não é não
Não é não.

 












Música: Casinha


Fui morar numa casinha-nha
Infestada-da de cupim-pim-pim
Saiu de lá- lá- lá
Uma lagartixa-xa
Olhou pra mim
Olhou pra mim
Olhou pra mim
E fez assim:
Smack... Smack.

domingo, 8 de julho de 2012

VOGAIS COM MUSICA

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ENSINANDO AS VOGAIS COM MÚSICA




Letra A

Esta é a letrinha
que agora vou treinar.
Subo, desço, faço a volta,
redondinha vai ficar
A de abelhinha,a de avião.
é a primeira letra,
não esqueço, não!
(Música - Fui no Itororó)

Letra E
Subo e faço um lacinho,
escrevo um e enroladinho. (bis)
Elefante tem rabinho
que é um e tão bonitinho!
Eu escrevo elefante
com um e bem elegante. (bis)
(Música - Peixe vivo)



Letra I
i é uma letrinha,
muito fácilde traçar.
Sobe, desce, uma curvinha
e depois é só pingar!
A letra i -i - i
nas costas do siri
cantava tão alegre
fá - sol - lá - si - si.
(Música - Seu Juca)




Letra O

A letra o é redonda,
bem redondinha e levada.
Parece que tem bonezinho.
Mas que letrinha engraçada!
Viva, viva o ô de vovô!
Viva, viva o ó de vovó!
(Música - Samba-Lelê)


Letra U
Sobe, desce, uma curvinha,
sobe, desce outra vez.
Tra-la-la-la-lá!
A letra u já está prontinha
e com ela vamos cantar.
U de tatu.
de peru, angu,
u de Xampu
da peruca do urubu!
(Música - Pai Francisco)



As Vogais
Eu agora vou escrever
as vogais que eu aprendi:
gordinhas, com
voltinhas
ou magrinhas como o i.
O a que tem na arara,
o e do elefante,
o de ovo e ovelhinha,
falta o u tão elegante!
(Música - Terezinha de Jesus)

PROJETO DE ALFABETIZAÇÃO COM NOMES PROPRIOS

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PROJETO DE ALFABETIZAÇÃO COM NOMES PRÓPRIOS



Conteúdo

Leitura e escrita de nomes próprios
Ano

Educação Infantil, 1º e 2ª séries
Tempo estimado

Um mês
Introdução

Por que trabalhar com os nomes próprios? As crianças que estão se alfabetizando podem e devem aprender muitas coisas a partir de um trabalho intencional com os nomes próprios da classe.
Objetivos

Estas atividades permitem aos alunos as seguintes aprendizagens:

· Diferenciar letras e desenhos;

· Diferenciar letras e números;

· Diferenciar letras, umas das outras;

· A quantidade de letras usadas para escrever cada nome;

· Função da escrita dos nomes: para marcar trabalhos, identificar materiais, registrar a presença na sala de aula (função de memória da escrita) etc;

· Orientação da escrita: da esquerda para a direita;

· Que se escreve para resolver alguns problemas práticos;

· O nome das letras;

· Um amplo repertório de letras (a diversidade e a quantidade de nomes numa mesma sala);

· Habilidades grafo-motoras;

· Uma fonte de consulta para escrever outras palavras.
O nome próprio tem uma característica: é fixo, sempre igual.

Uma vez aprendido, mesmo o aluno com hipóteses não alfabéticas sobre a escrita não escreve seu próprio nome segundo suas suposições, mas, sim, respeitando as restrições do modelo apresentado. As atividades com os nomes próprios devem ser seqüenciadas para que possibilitem as aprendizagens mencionadas acima.

Uma proposta significativa de alfabetização, aquela que visa formar leitores e escritores, e não mero decifradores do sistema, não pode pensar em atividades para nível 1, nível 2, nível 3...
É preciso considerar:

· Os conhecimentos prévios dos alunos.

· O grau de habilidade no uso do sistema alfabético. · As características concretas do grupo.

· As diferenças individuais.
Seqüência de atividades

1. Selecione situações em que se faz necessário escrever e ler nomes.

Alguns exemplos: Escrever o nome de colegas para identificar papéis, cadernos, desenhos (pedir que os alunos distribuam tentando ler os nomes). Lista de chamada da classe. Ler cartões com nomes para saber em que lugar cada um deve sentar; para saber, quem são os ajudantes do dia, etc.

2. Peça a leitura e interpretação de nomes escritos.

3. Prepare oralmente a escrita: discuta com as crianças, se necessário, qual o nome a ser escrito dependendo da situação. Se for para identificar material do aluno, use etiquetas; para lista de chamada use papel sulfite ou papel craft.

4. Seja bem claro nas recomendações: explicite o que deverá ser escrito, onde fazê-lo e como, que tipo de letra usar, etc

5. Peça a escrita dos nomes: com e sem modelo. Objetivos
Ao final das atividades, o aluno deve:

Reconhecer as situações onde faz sentido utilizar nomes próprios: para etiquetar materiais, identificar pertences, registrar a presença em sala de aula (chamada), organizar listas de trabalho e brincadeiras, etc.

Identificar a escrita do próprio nome.

Escrever com e sem modelo o próprio nome.

Ampliar o repertório de conhecimento de letras. Interpretar as escritas dos nomes dos colegas da turma.

Utilizar o conhecimento sobre o próprio nome e o alheio para resolver outros problemas de escrita, tais como: quantas letras usar, quais letras, ordem da letras etc e interpretação de escritas.
Recursos didáticos

· Folhas de papel sulfite com os nomes das crianças da classe impressos

· Etiquetas de cartolina de 10cm x 6cm (para os crachás)

· Folhas de papel craft, cartolina ou sulfite A3
Organização da sala

Cada tipo de atividade exige uma determinada organização:

Atividades de identificação das situações de uso dos nomes: trabalho com a sala toda. Identificação do próprio nome: individual. Identificação de outros nomes: sala toda ou pequenos grupos.
Desenvolvimento da atividade

Identificação de situações onde se faz necessário escrever e ler nomes.

Aproveite todas as situações para problematizar a necessidade de escrever nomes.

Situação 1- Recolhendo material. Questione os alunos como se pode fazer para que se saiba a quem pertence cada material. Ouça as sugestões. Distribua etiquetas para os alunos e peça que cada um escreva seu nome na sua presença. Chame atenção para as letras usadas, a direção da escrita, a quantidade de letras, etc.

Situação 2 - Construindo um crachá Questione os alunos como os professores podem fazer para saber o nome de todos os alunos nos primeiros dias de aula. Ajude-os a concluir sobre a função do uso de crachás. Distribua cartões com a escrita do nome de cada um que deverá ser copiado nos crachás. Priorize neste momento a escrita com a letra de imprensa maiúscula (mais fácil de reprodução pelo aluno). Solicite o uso do crachá diariamente.

Situação 3 - Fazendo a chamada Lance para a classe o problema: como podemos fazer para não esquecer quem falta na aula? Observações: todas essas situações e outras têm como objetivo que os alunos recorram à escrita dos nomes como solução para problemas práticos do cotidiano. Identificação do próprio nome Dê para cada aluno um cartão com o nome do aluno. · Apresente uma lista com todos os nomes da classe. Escreva todos os nomes com letra de imprensa maiúscula. Nesse tipo de escrita, é mais fácil para o aluno identificar os limites da letra, o que também deixa a grafia menos complicada. · Peça que localizem na lista da sala o próprio nome. O cartaz com essa lista pode ser grande e ser fixado em local visível. · Peça para cada um montar o próprio nome, usando letras móveis (que podem ser adquiridas ou confeccionadas). · Inicialmente realize esta atividade a partir de um modelo (crachá com o nome) e depois sem modelo, usando o modelo para conferir a escrita produzida. Identificação de outros nomes da classe Apresente uma lista com os nomes das crianças da classe. Cada aluno poderá receber uma lista impressa ou colocar na classe uma lista grande confeccionada em papel craft. Você poderá, também, usar as duas listas: as individuais e a coletiva.

Atividade 1- Ditado Dite um nome da lista. Cada aluno deverá encontrá-lo na lista que tem em mãos e circulá-lo. Em seguida, peça a um aluno que escreva aquele nome na lousa. Peça aos alunos que confiram se circularam o nome certo. Para que essa atividade seja possível a todos é importante fornecer algumas ajudas. Diga a letra inicial e final, por exemplo.

Atividade 2 - Fazendo a chamada Entregue a lista de chamada dos alunos da sala. Peça que as crianças digam os nomes dos alunos ausentes e que circulem esses nomes. Siga as mesmas orientações da atividade 1, no tocante às ajudas necessárias para a realização da tarefa. Atividade 3 - Separando nomes de meninas e meninos Apresente a lista da chamada da classe. Peça para os alunos separarem em duas colunas: nomes das meninas e nomes dos meninos. Observação: em todas estas atividades é importante chamar a atenção para a ordem alfabética utilizada nas listas. Este conhecimento: nomeação das letras do alfabeto é importante para ajudar o aluno a buscar a letra que necessita para escrever. Em geral as crianças chegam à escola sabendo "dizer" o alfabeto, ainda que não associando o nome da letra aos seus traçados. Aproveite esse conhecimento para que possam fazer a relação entre o nome da letra e o respectivo traçado. Avaliação

É importante observar e registrar os avanços dos alunos na aquisição do próprio nome e no reconhecimento dos outros nomes. Tratando-se de uma informação social - a escrita dos nomes -, é preciso observar se os alunos fazem uso dessa informação para escrever outras palavras. A escrita dos nomes é uma informação social, porque é uma aprendizagem não escolar. Dependendo da classe social de origem do aluno, ele já entra na escola com este conhecimento: como se escreve o próprio nome e quais as situações sociais em que se usa a escrita do nome. Para alunos que não tiveram acesso a essa informação a escola deve cumprir esse papel. Sugerimos uma planilha de observação de nove colunas, contendo os seguintes campos:

1. Nome do aluno

2. Escreve sem modelo?

3. Usa grafias convencionais?

4. Utiliza a ordem das letras?

5. Conhece os nomes das letras?

6. Reconhece outros nomes da classe?

7. Escreve outros nomes sem modelo?

8. Utiliza as letras convencio-nais na escrita dos nomes?

9. Utiliza o conhecimento sobre os nomes para escrever outras palavras?
Observação: A partir do registro na planilha acima é possível ter uma visão das necessidades de investimento com cada aluno e também das necessidades coletivas de trabalho com a classe. Atividades complementares · Pesquisa sobre a origem do nome (pesquisa com os familiares) · Análise de fotos antigas e atuais da criança. · Montagem de uma linha do tempo do aluno a partir das fotos trazidas.

Este é o projeto base, maternal

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Projeto meio ambiente

Este é o projeto base, depois puxei ganjos pra explorar diversos conteúdos.


Projeto meio ambiente

Turma: Maternal 2


Período: Junho a setembro

JustificativaVisando explorar o meio ambiente e a preservação da natureza, a valorização da água, a divisão do lixo (coleta seletiva e reciclagem) e os animais de todas as espécies. Porque vivemos em um mundo em que é preciso "cuidar" do meio ambiente. Precisamos plantar a semente da conscientizaçãodesde já, para que as crianças de hoje sejam os conscientes adultos de amanhã.

Objetivo geral: Este projeto tem como objetivo conscientizar as crianças da importância de cuidarmos do meio ambiente.

Objetivo específico: 
  • explorar o meio ambiente;

  • incentivar o cuidado ao ambiente em que vivemos;
  • desenvolver a percepção visual, auditiva e motora;

  • explorara a imaginação e a criatividade;

  • aprimorar a motricidade ampla e fina e

  • proporcionar novos conhecimentos e vivências.

Atividade desencadeadoraHora do Conto com o livroChapeuzinho vermelho

Metodologia:
  • pintura com tinta

  • atividades com sucata

  • confecção de carimbos

  • recorte e colagem

  • contação de histórias

  • confecção de mascaras

  • oficina de criação

  • cartazes

  • criação de um mascote da turma

  • criação de uma mini-horta

  • ornamentação de lixeiras

  • jogos

  • passeio pela escola

PROJETO MEIO AMBIENTE PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS

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PROJETO MEIO AMBIENTE PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS

JUSTIFICA TIVA: 


Nos tempos atuais é imprescindível que a educação de forma interdisciplinaraborde o meio ambiente para que as crianças conheçam e valorizem as leis da natureza, e acima de tudo aprendam a cuidar dos nossos recursos naturais promovendo o desenvolvimento sustentável

OBJETIVOS:

Levar a Criança a:
  • Valorizar o meio ambiente.
  • Identificar-se como parte integrante do meio ambiente.
  • Se Reconhecer como agente de promoção do desenvolvimentosustentável.
  • Diferenciar os seres bióticos e abióticos.

DESENVOL VIMENTO:
                         
Capas para trabalhinhos
Maquete
Quebra-Cabeça

Recorte e colagem
Pinte e monte
Desenhando
Jogral
Caça-Palavras
Atividades silábicas
Caligrafia
Emaranhado
Loteria ecológica
Bingo                          .

Atividades matemáticas
Labirinto
Alfabeto
Curiosidades
Brincadeiras que educam 
Sete erros
Poesia
Enigmas
Arte em E. V.A.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

MASSINHA DE MODELAR

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Receitas de Massinha de Modelar




Receita 01:
Aprenda a fazer massa para modelar e depois solte a imaginação. Mas, não esqueça que um adulto deve estar por perto. Ingredientes 1 xícara de bicarbonato 1/2 xícara de amido de milho 2/3 de xícara de água morna corante vegetal, tinta guache ou suco em pó Modo de fazer Misture o bicarbonato e o amido de milho numa panela. Acrescente a água e misture novamente. Peça para um adulto ferver até obter a consistência de um purê. Depois, deixe esfriar, amasse e acrescente o corante escolhido

Receita 02:
ingredientes: - 4 medidas de farinha de trigo - 2 medidas de sal - 2 medidas de água - 1 medida de vinagre - 1 medidas de tinta guache modo de preparo: pegue tudo e misture em uma tigela. jogue primeiro a farinha de trigo e o sal. depois, a água e o vinagre e, por último, a tinta guache. misture bem, e enrole a massa com a mão até que fique bem igual é isso... o senac indica como colher, como não sabia qual e por poder ser qualquer coisa desde que se mantenha a proporção, escrevi medida, pra cada um fazer o quanto der vontade. "daí é só deixar a garotada usar a imaginação!"

Receita 03:
Que tal aproveitar uma tarde livre ou o fim de semana fazendo esculturas, colares, brincos, porta-coisas ou modelando o que você quiser? Trazemos para vocês uma receita para fazer massa de modelar. Sim, aquela massinha que sempre temos na escola, que é uma delícia de brincar. Anotem aí que é muito fácil, rápido e econômica! - 1 xícara (chá) de farinha de trigo - 1 xícara (chá) de sal - Água Para fazer a massa, misture a xícara de sal com a de farinha de trigo em uma bacia grande. Em seguida vá colocando água bem devagar e mexa sem parar, até que a massa fique bem juntinha, homogênea e não grude mais na mão. Já está pronta! Faça o que quiser e pode pintar também. Divirta-se!

Receita 04:
Ingredientes: 3 xícaras de farinha de trigo 1 xícara e meia de sal 6 colheres de chá de cremor de tártaro. Caso não ache, pode substituir por fermento em pó. 3 1/4 xícaras de água 3 colheres de óleo Corante alimentício (anilina colorida nas cores que você quiser) Misture todos os ingredientes secos juntos em uma panela grande até que não hajam pedaços. Misture os ingredientes úmidos (exceto o corante alimentício) até que não permaneçam pedaços. Cozinhe em fogo alto por 3-4 minutos, até que uma massa se forme. Separare em várias porções, adicione corante alimentício em cada porção separada e amasse até a cor ficar uniforme. Armazenar em recipientes hermeticamente fechados.

fonte das receitas:bloguinhodoceu.blogspot.com 

tinta caseira

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Receita de tinta caseira para crianças

Preparo:Material: 1 litro de água; 1 xícara de chá de farinha de trigo ou amido de milho; 3 colheres de sopa de vinagre; anilina ou guache (diversas cores).

1 – Misture bem a farinha e a água e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até conseguir um mingau uniforme, não muito grosso.
2 – Deixe esfriar e junte o vinagre.
3 – Divida a massa em vidros, tipo de maionese, e acrescente a anilina ou o guache (uma cor em cada vidro).
4 – Conserva-se bem por aproximadamente 1 mês se mantido bem fechado.
5 – Para usar, distribua entre as crianças pedaços de cartolina.
6 – Retire a tinta do pote com uma colher e deixe-as desenhar com as mãos.
7 – Coloque os trabalhos para secar à sombra.

PRATICA DE LEITURA

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1. Pratica de Leitura
  Escuta de textos lidos pelo professor;

  Utilização de indicadores para fazer antecipações e inferências em relação ao conteúdo (sucessão de acontecimentos, paginação do texto, organização tipográfica, etc.)
  Utilização para resolver dúvidas na compreensão: consulta ao professor ou aos colegas, formulação de uma suposição a ser verificada.
   Uso de acervos e biblioteca móvel.
   Socialialização das experiências de leitura.
  Lista de alunos da sala
  Rótulos e embalagens
  Letras e números
  Gêneros textuais diversos
  Historias sem textos

2. Linguagem Oral
*Conhecimento e reprodução oral de jogos verbais como:
         Contos, lendas populares.
         Poemas, canções, quadrinhas, parlendas, adivinhas, trava-linguas,cantigas de roda, piadas;
         Entrevistas, notícias e anúncios;
         Leitura e reconto de histórias;
         Ouvir histórias no CD e reconto;

*Relatos Diversos
         Experiências pessoais
         Brincadeiras
         Noticias
         Curiosidades
         Reconto de histórias infantis
         Criação de historia a partir de gravuras e desenhos.

3. Linguagem Escrita
  Produção textual com destino a escrita;
  Lista do próprio nome completo;
  Cópia: aprender a realizar corretamente o procedimento de copiar respeitando as convenções da escrita;
  Ditado: Refletir sobre as convenções da língua escrita;
  Aprender a escrever convencionalmente.
  Ordenação de silabas e palavras
  Lista de nomes próprios e próprio nome.
  Receitas, instruções de uso, listas.
  Textos impressos em embalagens, rótulos, calendários; 
  Cartas, bilhetes, postais, cartões, convites.
  Jornais, revistas e suplementos; infantis: títulos, slides, notícias, classificados;
  Anúncios, slogans, cartazes, folhetos;

4. Ortografia/Gramática
         Alfabeto;
         Vogais;
        Consoantes;
         Encontros vocálicos;
         Emprego de letras bastão;
         Prática da escrita cursiva;
         Coordenação motora fina;
         (Introdução das famílias silábicas) sílabas;
         Formação de palavras;
         Escrita espontânea de novas palavras;
         Formação de palavras; Escrita espontânea de novas palavras;
         Construção de frases e textos coletivos;
         Interpretação de pequenos textos;
         Elaboração de bilhetes e outras produções de textos;
         Percepção auditiva e visual;
         Seqüência lógica dos fatos;
         Poesia (rimas);
         Valor sonoro: Final e Inicial;
         Coesão contextual (início, meio e fim)
         Formação de palavras;
         Separação de sílabas;
         Formação de frases;
         Produção de texto coletivo e individual.
         Noções de parágrafo;
         Masculino e feminino;
         Produção e ilustração de rimas;
         Singular e Plural (noção);
         Diminutivo;
         Ordem alfabética  

3. SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM

•Leitura permanente de textos literários pela professora;
· Construção do caderno de leitura.
•Aula expositiva e dialogada
•Atividades de estimulo a leitura, realizados e dupla e em grupo
   PROJETO:
*EDUCAR PARA A HUMANIZAÇÃO:
SUBTEMA: A família no ambiente escolar: Resgatando valores e educando para a vida.
•Aplicação de jogos e dinâmicas de leitura
•Caça-palavras e cruzadinhas
•Aulas expositivas e dialogadas;
•Pesquisas;
•Rodas de conversas
Revistas
•Jornais
•Dicionários;
•Cartazes
•Tiras e fichas (textos de sabem de cor);
•Cola
•Tesoura
Representar história por meio de desenho;
•Mural;
•TV, vídeo e DVD, slides e data show;
•Aparelho de som e net book;
•CD;
4. INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO

         Avaliação diagnóstica
         Registro Reflexivo
         Síntese conclusiva.
         O aluno será avaliado no seu dia –a –dia, em que será lhe atribuído um conceito bimestral de acordo com as capacidades previstas para a etapa.
         Será diagnosticado pelo professor com acompanhamento coletivo e individual, visando superar dificuldades, corrigindo falhas e estimulando a aprendizagem.
         Através da avaliação o educando verifica suas conquistas e dificuldades, criando novas possibilidades para sua aprendizagem.




LINDOS TRABALHINHOS

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